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Agência Senado – 17/11/2009 – Magno Malta volta a criticar projeto que criminaliza homofobia

23 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Agência Senado – 17/11/2009 – Magno Malta volta a criticar projeto que criminaliza homofobia.

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Blogueiros sentem impacto na carreira e já ganham dinheiro com a atividade

3 de novembro de 2009 Deixe um comentário

por InfoMoney

SÃO PAULO – O uso cada vez maior da internet tem permitido que as pessoas obtenham informações, se comuniquem e troquem opiniões de forma cada vez mais rápida. Muitas, inclusive, optaram por usar o blog para divulgar textos, e já começam a sentir impactos positivos dessa atividade.

Segundo uma pesquisa da Technorati, feita com 2,9 mil blogueiros, essas pessoas sentem que a atividade está ajudando na carreira, além de aumentar a renda.

Impactos profissionais
Entre os entrevistados, 58% afirmaram que estão mais conhecidos nas suas respectivas áreas de atuação por causa do blog, e outros 15% disseram que possuem mais visibilidade na empresa em que atuam, devido a essa atividade. Já 9% deles afirmaram ter conseguido uma promoção no trabalho, e outros 25% que usam a ferramenta como um currículo, direcionando potenciais empregadores para a página da web.

Há também os profissionais que receberam uma solicitação para falar em uma conferência (36%), e os empresários que verificaram que o site atraiu mais clientes (63%), além de também ficarem com mais visibilidade no setor em que atuam (71%).

Por outro lado, publicar textos e opiniões em um blog exige cautela. Isso porque alguns blogueiros, embora poucos, dentro da amostra, foram prejudicados com a atividade: 1% recebeu um alerta ou foram demitidos por algo que divulgaram no site.

Aumentando a renda
A pesquisa também indicou que cada vez mais os blogueiros conseguem aumentar seus rendimentos com a atividade, porém, essas pessoas ainda não representam a maioria. No total, 72% não conseguem obter dinheiro com o blog, mas entre os que conseguem, 17% têm o site como a principal fonte de renda.

Além disso, 4% bloguam grande parte do tempo, como parte do trabalho que realizam para uma empresa ou organização, enquanto 9% fazem isso para o próprio negócio. Já outros 15% usam o site como uma forma de complementar os ganhos.

A grande maioria desses blogueiros consegue obter dinheiro com a publicação de anúncios ou links de marketing, mas também há 24% que aumentaram a renda devido a convites para realizar palestras sobre o assunto que tratam nos sites.

Extraído de: http://www.empreendedor.com.br/?secao=Noticias&categoria=167&codigo=14878

Meteoritos podem ter ajudado a gerar vida

2 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Calor, pressão e carbono formado pelo impacto de meteoritos podem ter criado precursores biológicos

por John Matson
em 23/03/2009

Novo estudo gera precursores biológicos ao simular impacto de meteoritos portadores de carbono em oceanos da Terra jovem.

Muitas teorias sobre a origem da vida na Terra sugerem que compostos pré-bióticos podem ter vindo do espaço exterior em asteróides ou cometas. Mas um novo estudo sugere que as reações químicas extremas que se iniciaram com os impactos de meteoritos podem ter dado o salto inicial para a vida nos oceanos primordiais, em vez de fornecerem tijolos para a construção da vida. Meteoritos se chocando com oceanos primordiais, afirma o autor do artigo, poderiam ter fornecido quantidades significativas de carbono, cruciais para a vida, e criaram uma espécie de panela de pressão química, pela força dos seus impactos, para sintetizar os fundamentos das moléculas biológicas.

Pesquisadores relataram na Nature Geoscience, de 1º de janeiro passado, que reproduziram o impacto de um condrito, um tipo comum de meteorito, chocando-se com o oceano a aproximadamente 2 km/s. A equipe simulou o condrito, submetendo seus constituintes químicos (ferro, níquel e carvão), além de água e nitrogênio, que se acredita ter sido abundante na atmosfera jovem da Terra, à forte compressão de um choque. As pressões e temperaturas resultantes, que provavelmente ultrapassaram 2.760°C, produziram uma grande variedade de compostos orgânicos (baseados em carbono) como ácidos graxos e aminas. E quando amônia, que um estudo anterior mostrou que pode ser produzida em impactos, foi acrescentada à mistura, a experiência também produziu glicina (um aminoácido simples).

Toshimori Sekine, co-autor do estudo, e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência dos Materiais, em Tsukuba, Japão, revela que ficou surpreso com o resultado do experimento, acrescentando que “há muitas outras moléculas que ainda não analisamos”. O autor do estudo, Yoshihiro Furukawa, aluno de pós-graduação da Universidade Tohoku, em Sendai, no Japão, diz que em função dos resultados, “podemos afirmar que eventos de impacto no oceano foram processos muito eficientes para a produção de diversas biomoléculas na Terra jovem”. No entanto, ele imediatamente faz a ressalva de que não está claro quantas dessas biomoléculas seriam necessárias para dar início à vida.

Para garantir que os compostos orgânicos foram produzidos pelo choque da colisão simulada (e não de fontes externas), o grupo de Furukawa utilizou carbono 13, um raro isótopo de carbono, no modelo para representação do meteorito. O fato de as moléculas detectadas terem sido enriquecidas com carbono 13, em vez de carbono 12, muito mais comum, exclui a possibilidade de contaminação, observam os autores.

“É fantástico mostrar que é possível aproveitar a energia de impactos para criar ligações ou pontes orgânicas”, avalia Jennifer Blank, astrobióloga do Instituto Seti, em Mountain View, Califórnia. Mas ela teme que teorias sobre origem da vida nunca possam ir além da hipótese. “Do ponto de vista generalista, uma das frustrações evidentemente, é que nunca saberemos a resposta, mas, como um outro mecanismo que contribua para o inventário de compostos orgânicos, é legítimo”, ela comenta.

Donald Brownlee, astrônomo da University of Washington concorda, acrescentando que enquanto a maioria das teorias propõe que moléculas orgânicas vieram do espaço ou foram formadas por processos terrestres, “é interessante considerar que elas poderiam ter se formado aqui porque material está caindo do espaço”. Ao mesmo tempo, Brownlee se pergunta se um meteorito grande e suficientemente massivo para penetrar na atmosfera e se chocar com o oceano em alta velocidade poderia impedir a formação de compostos orgânicos. “Se o corpo for muito grande”, avalia ele, “os materiais gerados serão, provavelmente, destruídos pelo impacto”.

O estudo de Sekine, Furukawa e seus colegas pode ser considerado réplica do impacto cinético-oceânico do experimento Urey-Miller, uma demonstração lendária realizada em 1953 pelo falecido químico, Stanley Miller, da University of Chicago, que juntamente com o colega Harold Urey mostraram que uma descarga elétrica aplicada aos componentes que supostamente existiriam na atmosfera primordial da Terra produziu grandes quantidades de aminoácidos. Em outubro de 2008, o químico marinho Jeffrey Bada, do Instituto de Oceanografia Scripps, em La Jolla, Califórnia, e seus colegas, publicaram uma reavaliação de algumas amostras de Miller, partindo de uma configuração experimental diferente. Bada e colaboradores obtiveram ainda mais material orgânico do que Miller havia relatado ─ 22 aminoácidos e cinco aminas.

Sekine adverte que a teoria do impacto de meteoritos não está em condições de superar o consagrado experimento Urey-Miller. Os resultados do novo estudo se limitam a “abrir uma porta para discutir a possibilidade” de se interpretar impactos de meteoritos como precursores da vida na Terra. “Precisamos testar a possibilidade de formação de aminoácidos mais complicados”, ele sugere.

Extraída de: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/meteoritos_podem_ter_ajudado_a_gerar_vida.html

O que são clubes de investimento – Como investir em Ações!

2 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Os clubes de investimento estão entre as principais maneiras de o iniciante entrar na bolsa de valores, pois permitem um início com valores menores – sob certo ponto de vista, são uma espécie de “vaquinha” – e permite a divisão de responsabilidades da aplicação e a diversificação das aplicações.

Grosso modo, eles são nada mais que um grupo de pessoas com o mesmo interesse: investir na bolsa.

Cotas

Quando você se torna membro de um clube de investimento, passa a deter certo número de cotas. A soma dessas cotas é o patrimônio desse clube de investimento. As cotas são mantidas em depositos nominais a cada cotista.

Para formar um, é necessário um mínimo de três e um máximo de 150 participantes. No caso de empresas e associações esse número pode ser maior.

Você pode adquirir mais cotas durante a existência do clube.

Administradora

Depois da decisão de formar um clube de investimento, deve ser escolhida a instituição que vai administrá-lo: uma corretora, um banco de investimento ou ainda uma distribuidora.

O leitor Alex Benfica perguntou-me se existe a possibilidade de algum tipo de fraude que prejudique os demais membros de um clube.

Observe que cabe à instituição escolhida zelar pelo bom funcionamento do clube. É do interesse dela que isso aconteça.

Ela vai cuidar da documentação, a posição de cada um dos integrantes, as aplicações e os resgates de cotas e vai controlar os títulos – ações e outros – que compõem a carteira.

Estatuto social

Tudo isso é regido pelo estatuto social, que é o documento mais importante do clube de investimento e representa a vontade da maioria dos membros.

É no estatuto social que estará a definição da carteira do clube. A carteira é a são os títulos – ou ações – adquiridas pela instituição administradora – seja banco ou corretora -, de acordo com a política de investimentos.

Inclusive, um dos principais itens do estatuto social é a definição da composição da carteira do clube de investimento, que deve ser formado por no mínimo 51% de ações e, o restante, pode ser renda fixa, por exemplo.

O estatuto também traz os custos de administração do clube e com que porcentagem cada cotista deverá contribuir.

Gestor

Os títulos serão adquiridos por um gestor, que é uma outra figura importante do clube de investimento. Ele pode ser tanto a própria administradora – é o mais comum -, uma pessoa física contratada, uma pessoa jurídica contratada, um representante do clube ou um membro do conselho de representantes do clube.

Para as tomadas de decisão importantes existe a assembléia geral, que pode ser convocada de acordo com o estatuto do clube para decidir acerca de todos os negócios a ele relativos. A assembléia também serve para apresentar resultados e para mudanças no estatuto.